Cinema

Luiz Carlos Barreto morre aos 98 anos, lembre-se da sua obra e legado revolucionário no cinema brasileiro

O cineasta Luiz Carlos Barreto, um dos nomes mais importantes da história do cinema brasileiro, faleceu aos 98 anos em 22 de julho de 2026. Após uma queda sofrida em março de 2024 durante uma visita ao Ceará, seu Estado natal, a saúde de Barretão começou a se debilitar. As complicações causadas pela queda afetaram seu quadro clínico. Barreto era membro do movimento Cinema Novo, que revolucionou o audiovisual nacional nos anos 1960.

Durante sua longa carreira, que abrangeu mais de seis décadas de atuação, Luiz Carlos Barreto desempenhou vários papéis importantes, incluindo produtor, diretor, fotógrafo e roteirista. Ele contribuiu para algumas das obras mais relevantes do período, como a produção fotográfica de “Vidas Secas” (1963), de Nelson Pereira dos Santos, e “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha. Suas mais notáveis realizações incluem “Garrincha – Alegria do Povo” (1963), “A Hora e Vez de Augusto Matraga” (1965), “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro” (1969), e “Brasil Ano 2000” (1969). Seu maior sucesso comercial foi “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), dirigido por seu filho Bruno Barreto, que atraiu cerca de 11 milhões de espectadores para os cinemas.


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