A produção da Taça de Licurgo, no século IV, é um exemplo de tecnologia antiga que só foi compreendida no século XX. O efeito de mudança de cor depende da presença de nanopartículas de ouro e prata distribuídas uniformemente no vidro. Essa precisão não foi replicada em larga escala e continua a ser objeto de estudo. Além disso, as joias etruscas com milhares de minúsculas esferas de ouro aplicadas com precisão exigem técnicas e equipamentos modernos para serem produzidas.
Outros exemplos de tecnologias antigas que ainda são difíceis de reproduzir incluem o pigmento azul maia e as estruturas romanas. O azul maia é um pigmento resistente que ainda não foi completamente replicado, apesar de estudos indicarem que é a combinação do corante índigo com uma argila chamada palygorskita. As estruturas romanas, como o Panteão de Roma, são exemplos de durabilidade excepcional que desafiam a compreensão contemporânea. Embora o uso de materiais modernos possa aumentar a durabilidade de estruturas, a compreensão dos princípios por trás da construção dessas estruturas antigas ainda é limitada.