Outro caso foi observado na costa de Big Sur, na Califórnia, onde um campo de depressões chamou atenção por ocupar uma área comparável à de Los Angeles. Pesquisadores do Monterey Bay Aquarium Research Institute, do USGS e da Universidade Stanford não encontraram evidência significativa de gás ou fluidos no local. O estudo apontou para um mecanismo diferente: a gravidade. O fundo marinho tem uma inclinação suave, e sedimentos escorrem encosta abaixo há pelo menos 280.000 anos, com um evento mais recente há cerca de 14.000 anos. Além disso, o metano continua sendo uma explicação importante em algumas áreas, como no Mar de Barents, no Ártico, onde crateras gigantes foram associadas ao fim da última era glacial. Isso mostra que a origem de essas crateras pode ser complexa e variada.
Essas pesquisas têm importância prática, pois podem ajudar a entender melhor a formação dessas crateras e evitar que elas sejam confundidas com vazamentos de metano ou outros fluidos. Além disso, podem ajudar a identificar áreas com potencial para a formação de novas crateras, o que pode ser útil para a exploração e exploração de recursos no fundo do oceano. Com base nas descobertas dessas pesquisas, é possível concluir que a formação de crateras circulares no fundo do oceano é um processo complexo e multifacetado.