Os cientistas reuniram vários tipos de evidências geológicas, geofísicas e geoquímicas para sustentar a hipótese de uma caldeira subterrânea. Um dos pontos de destaque é a atividade vulcânica do vulcão Cleveland, que é um dos mais ativos da América do Norte e emite volumes significativos de dióxido de enxofre. Esse comportamento é intrigante, pois a quantidade de gás pode ser grande demais para ser explicada apenas pela atividade de um cone vulcânico isolado. Além disso, os mapas do fundo oceânico mostram um anel de cristas submarinas e uma depressão central que pode estar relacionada a uma câmara de magma subterrânea.
Para confirmar a existência da caldeira gigante, os cientistas precisam reunir mais dados detalhados. Isso pode ser feito através de estudos adicionais de atividade vulcânica, medições de gases e anomalias gravitacionais. Embora a suspeita seja intrigante, é importante lembrar que a existência de uma caldeira subterrânea ainda não está provada e requer mais investigação.