Gabriel Stauffer defende nomes conhecidos em novelas verticais hoje
Gabriel Stauffer, ator conhecido por sua participação em novelas verticais como A Força do Querer (2017) e Pantanal (2022), afirma que a presença de rostos conhecidos na televisão dá credibilidade ao formato vertical de novelas. No Globoplay, a novela “O Acerto de Contas das Gêmeas Trocadas” chegará na próxima terça-feira (21), trazendo Stauffer como um dos destaques ao lado de Guilherme Leme e Giulia Gam. Essa novela vai explorar o relacionamento de Hugo, interpretado por Stauffer, com as irmãs gêmeas Beatriz e Berenice.
Nestes dias, Stauffer está compartilhando a cena com os veteranos Guilherme Leme e Giulia Gam, que interpretam seus pais na trama. Ele afirma que ter a chance de trabalhar com atores renomados como eles é uma experiência única. “Quando me contaram que eu seria filho deles, eu quis muito, fiquei com mais vontade ainda de fazer. São pessoas que eu estou acostumado a ver. Compartilhar um set com eles foi muito maravilhoso. E todo mundo fazendo isso pela primeira vez! Nós íamos compartilhando nossas inquietudes”, conta.
A novela “O Acerto de Contas das Gêmeas Trocadas” segue a história de Hugo, que se apaixona por Beatriz, mas sem saber que ela trocou de lugar com sua irmã gêmea Berenice após um assalto. No entanto, a presença de Hugo se torna mais intrigante e complexa em decorrência da sua ligação com Berenice.
Para Stauffer, um dos desafios mais significativos ao trabalhar em uma novela vertical está em adaptar o tom da atuação à velocidade da trama. “Quando você está participando de uma obra com mais tempo, o clima e a ambientação vão levando o espectador para um lugar. Ali, é no seco. Em dois minutos, tudo acontece”, explica. No entanto, ele também destaca que o formato vertical coloca a interpretação do ator no centro das atenções, tornando-a mais importante.
A novela “O Acerto de Contas das Gêmeas Trocadas” se destaca por sua abordagem única da narrativa em episódios curtos. No entanto, Stauffer defende que os dois formatos de novelas – tradicional e vertical – vão seguir juntos em vez de competir entre si. “Acho que a gente tem um lugar para as novelas tradicionais e um lugar para as novelas verticais. Isso não pode ser visto como sendo uma guerra entre os dois formatos”, afirma.
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