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Tia Salva Bebê de Sequestro Acusa Maternidade de Falta de Apoio: A Verdade Que Ninguém Quer Ouvir Hoje

*Tia de bebê salva de sequestro acusa maternidade e outros de falta de apoio**

Daniela Beatriz, tia da bebê salva de uma tentativa de sequestro em Teresina, capital do Piauí, relembra em detalhes o momento em que desconfiou da falsa enfermeira que intentava levar a sobrinha embora. Em entrevista ao portal LeoDias, ela contou que a suspeita apresentou-se como funcionária da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa, vestindo uniforme e dizendo que ajudaria a agilizar os exames necessários para a alta da bebê. A investigada, identificada como Auricélia de Sousa Rocha, demonstrava conhecer toda a situação da família e garantiu que ajudaria a resolver os problemas para que a bebê pudesse deixar o hospital mais cedo. O que Daniela não sabia era que a mulher estava armada com documentos da recém-nascida e se preparava para deixar a unidade de saúde sem ser detectada.

Daniela Beatriz afirmou que a desconfiança começou quando notou uma bolsa grande nas mãos da suspeita e, em seguida, acompanhou todas as movimentações de Auricélia, decidindo segui-la até um banheiro, onde teria presenciado a troca de roupas. “Quando ela saiu, já não parecia a mesma pessoa. Estava de vestido jeans, com o cabelo solto. Eu puxei a bolsa e a bebê estava dentro. Foi Deus que tocou no meu coração para seguir ela”, relatou a tia da bebê salva. Ao contrário do que se esperaria, a equipe da maternidade não ofereceu qualquer apoio a Daniela em sua busca pela bebê, e a polícia apenas chegou ao local após sua intervenção. “Tinha dois seguranças, mas ninguém tentou impedir. Não acreditaram na minha palavra. Eu me senti completamente sozinha. Quando pedi ajuda, ninguém me ajudou. Pelo contrário, uma mulher que se apresentou como coordenadora pediu meu celular e tentou apagar as provas”, declarou.

A investigação da tentativa de sequestro está em andamento, e Daniela Beatriz espera que outras pessoas possam ser investigadas e responsabilizadas por sua atuação na Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa. A tia da bebê salva também criticou a falta de apoio que recebeu durante a ocorrência, acreditando que o caso poderia ser abafado por ter acontecido em uma das maiores maternidades do estado. “Eu me senti completamente sozinha e abandonada. Acredito que, se não fosse por Deus, a bebê poderia ter sido levada embora”, afirma.

O caso de Daniela Beatriz e sua sobrinha é apenas mais um exemplo de como a falta de cuidado e atenção na assistência médica pode levar a situações de grande risco para as vítimas e seus familiares. É essencial que as unidades de saúde sejam capazes de fornecer um ambiente seguro e confiável para que os pacientes possam se sentir seguros e apoiados em seu tratamento.

Ao ser questionada sobre o primeiro contato com a falsa enfermeira, Daniela Beatriz afirmou que a mulher se apresentou como funcionária da maternidade, vestindo uniforme e dizendo que ajudaria a agilizar os exames necessários para a alta da bebê. Daniela Beatriz afirma que a investigada foi indiciada por calúnia, difamação e injúria contra a supervisora da maternidade.


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