Preta Gil fez apenas um pedido antes de morrer: ‘Ela desligou, só ficou deitada’
Preta Gil, cantora brasileira, faleceu em 2025 após uma longa batalha contra o câncer, e o documentário “Preta – Eu Não Ando Só” revelou detalhes inéditos dos últimos dias de sua vida. A cantora, que nasceu em 1974, tentou diferentes tratamentos, incluindo uma alternativa experimental nos Estados Unidos, que chegou a renovar a esperança da família. Segundo o empresário e amigo Marcello Azevedo, o procedimento era gratuito e voltado a pacientes em estágio avançado, e foi realizado porque o câncer de Preta Gil estava em um estágio muito avançado. A decisão de realizar o tratamento nos Estados Unidos foi tomada porque o tratamento no Brasil não estava surtindo o efeito desejado, e a família buscava uma solução para salvar a vida da cantora.
A tentativa de tratamento nos Estados Unidos foi uma medida desesperada para salvar a vida de Preta Gil, e o documentário mostra como a família e os amigos da cantora se mobilizaram para apoiá-la nesse momento difícil. Segundo a empresária Malu Barbosa, que participou de todas as etapas desde a chegada da artista nos Estados Unidos, Preta Gil não usou mais telefone após a decisão médica, e simplesmente desligou e ficou deitada, dormindo. A amiga de Preta Gil, Marina Morena, irmã de criação da artista, afirmou que o último pedido de Preta Gil foi uma oração, e que após a oração, a cantora deixou ir. O amigo Duh Marinho descreveu a mudança física e emocional nos últimos momentos de Preta Gil, e como a realidade da situação veio à tona quando ele a visitou.
O documentário “Preta – Eu Não Ando Só” é uma produção do Globoplay, e mostra como Preta Gil refletia sobre sua fragilidade e como lidar com isso diante das pessoas próximas. A cantora afirmou que queria muito que o tratamento desse certo, mas tinha dúvidas se devia mostrar suas vulnerabilidades para os outros, e se devia falar que estava se sentindo mal. O documentário também mostra como a família e os amigos de Preta Gil se mobilizaram para apoiá-la, e como a cantora lutou até o fim para vencer o câncer. A história de Preta Gil é um exemplo de como a doença pode afetar a vida das pessoas, e como a família e os amigos podem se unir para apoiar um ente querido em um momento difícil.
A morte de Preta Gil em 2025 foi um choque para a família e os fãs da cantora, e o documentário “Preta – Eu Não Ando Só” é uma homenagem à sua memória. A cantora deixou um legado de músicas e performances que continuarão a inspirar as pessoas, e sua história serve como um exemplo de como a vida pode ser curta e imprevisível. O documentário é uma oportunidade para que os fãs de Preta Gil conheçam melhor a vida e a luta da cantora, e para que a família e os amigos possam compartilhar suas memórias e experiências com a artista. A história de Preta Gil é um lembrete de que a vida é preciosa, e que devemos apreciar e valorizar cada momento que temos com as pessoas que amamos.
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