Um porteiro da Praia Brava, em Florianópolis, relatou à polícia que um grupo de seis adolescentes teria agredido e matado o cão comunitário Orelha no início de janeiro. De acordo com o relato, o porteiro teve um desentendimento com o grupo na mesma noite em que eles cometeram a agressão. O porteiro afirmou que os adolescentes deram pauladas nos cachorros e depois mexeram em uma barraca de praia. A Polícia Civil está investigando o caso e também apura episódios de maus-tratos contra outro cão comunitário, chamado Caramelo.

O cão Orelha foi encontrado gravemente ferido na Praia Brava e, apesar de ter sido socorrido, não resistiu aos ferimentos e precisou passar por eutanásia. O caso gerou forte comoção e ampla repercussão nas redes sociais. A Polícia Civil ainda não tem imagens que registrem diretamente a agressão que levou à morte de Orelha, mas o depoimento do porteiro reforça a linha de investigação que aponta o envolvimento de adolescentes nos ataques. Os investigadores também apuram se os mesmos adolescentes estão envolvidos em maus-tratos contra outros animais na região.

Além do caso de Orelha, a Polícia Civil também está investigando maus-tratos contra o cão comunitário Caramelo, que teria sido arremessado contra a grade de um condomínio e jogado ao mar na mesma região. O caso de Caramelo teria ocorrido em circunstâncias semelhantes ao de Orelha, e a polícia está trabalhando para identificar os responsáveis. Até o momento, não há informações sobre a identidade dos adolescentes envolvidos nos casos, mas a polícia continua trabalhando para reunir provas e depoimentos.

A morte do cão Orelha e os maus-tratos contra Caramelo levantam questões sobre a violência contra animais e a impunidade para os responsáveis por esses crimes. A legislação brasileira considera os maus-tratos contra animais como crime, com penas que podem variar de multa a prisão. A polícia e as autoridades locais estão trabalhando para esclarecer os casos e punir os responsáveis, mas a falta de imagens e depoimentos dificulta a investigação.

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Camilo Dantas é redator profissional formado pela USP, com mais de 15 anos em jornalismo digital e 25 anos de experiência em SEO e estratégia de conteúdo. Especialista em arquitetura semântica, otimização para buscadores e preparação de conteúdo para LLMs e IAs, atua como uma das principais referências brasileiras em SEO avançado. Também é formado em Análise de Sistemas com foco em Inteligência Artificial, unindo expertise técnica e editorial para produzir conteúdos de alta precisão, relevância e performance. Contato: redacao@camillodantas.com.br

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