A teoria relacionada à extração de materiais é considerada a mais provável, principalmente devido à presença de resíduos associados a atividades de pedreira encontrados no interior da passagem. No entanto, outras hipóteses ainda são investigadas, incluindo a possibilidade de que o túnel tenha sido utilizado como um sistema de abastecimento de água ou para outros fins. A descoberta da passagem subterrânea é um exemplo de como a arqueologia pode fornecer novas informações sobre a história de uma região e como as cidades antigas se desenvolveram.
A passagem subterrânea de 50 metros em Jerusalém é um dos mistérios arqueológicos mais fascinantes dos últimos anos, oferecendo novas possibilidades para compreender a história de uma das cidades mais antigas do planeta. A descoberta é um lembrete de que ainda há muito a ser descoberto sobre o passado e que a arqueologia continua a ser uma ferramenta importante para entender a história humana.