A influenciadora e advogada Deolane Bezerra se manifestou por meio de uma carta aberta, após ser presa por suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC (Primeiro Comando da Capital). Neste documento, ela afirma nunca ter feito parte do crime organizado e reitera sua inocência no caso. Deolane também criticou o processo, afirmando que foi presa sem ter o direito de fala e que seu endereço e vida são públicos. Além disso, ela afirmou que já disse muitos “nãos” para manter seus princípios e ética.
A prisão de Deolane ocorreu em uma operação da polícia, que suspeita que a influenciadora tenha recebido R$ 24.500 como honorários para um caso em que estaria envolvida. No entanto, Deolane alega que esse valor foi depositado em sua conta em espécie e não pela transportadora mencionada no inquérito. A influenciadora também afirmou que foi presa sem ter a oportunidade de esclarecer os fatos e que sua vida é pública, com seu endereço igualmente público. Além disso, ela garantiu que não tem 37 empresas em seu nome, como foi divulgado, e que foi advogada atuante em centenas de processos, nunca tendo sequer estado presente na Penitenciária de Presidente Venceslau.
Um fato a ser considerado é que Deolane já está sendo perseguida por outras acusações, desde 2018, quando foi citada em reportagens midiáticas com tons ameaçadores. A influenciadora também afirmou que nunca foi ouvida sobre essas acusações, mas foi presa sem ter a oportunidade de esclarecer os fatos. A imprensa destacou também a quantidade de R$ 24.500 que foi devido como honorários, valor que pode ser verificado no inquérito, e que a influenciadora afirmou que recebeu de outra forma. Sabe-se de fato que desde o momento da prisão, Deolane teve direito a solicitar prevenção das acusações.