Em 2026, estrangeiros que não residem nos Estados Unidos farão um extra de US$ 100 (aproximadamente R$ 534,00) para entrar em 11 dos parques nacionais mais visitados do país, entre eles Grand Canyon, Yellowstone e o Parque Nacional de Yosemite. A regra, anunciada pelo Departamento do Interior, aplica-se apenas a quem entra como turista, enquanto residentes americanos e permanentes continuam pagando a tarifa habitual. A cobrança será somada ao valor de entrada já existente, que varia de acordo com o parque; alguns pedem por veículo, outros por pessoa. A intenção oficial é equilibrar o financiamento, já que os cidadãos norte‑americanos pagam por meio de impostos, enquanto os visitantes internacionais contribuirão diretamente para a conservação.

Além da taxa de entrada, o passe anual “America the Beautiful”, que permite visitas ilimitadas a todos os parques do Sistema Nacional de Parques, terá sua tarifa alterada para estrangeiros. O valor sobe de US$ 80 (≈ R$ 427) para US$ 250 (≈ R$ 1 335). O passe cobre o titular e até quatro adultos viajando juntos, independentemente de veículo ou número de entradas individuais. Residente permanente e cidadão americano mantêm o preço original. Para quem não adquirir o passe, cada visita exigirá o pagamento do adicional de US$ 100, mais a tarifa de entrada convencional do parque em questão.

Em termos de logística, os visitantes devem apresentar passaporte válido e, em alguns casos, comprovação de residência fora dos EUA. Os pagamentos são aceitos em dólar nas bilheteiras dos parques ou por meio de cartões de crédito internacionais. A cobrança extra entra em vigor em 1º de janeiro de 2026, com o objetivo de financiar a manutenção e a preservação das áreas de grande relevância ambiental e turística. Até o momento, os 63 parques nacionais dos EUA recebem centenas de milhões de visitantes anualmente; apenas 11 receberão a nova cobrança adicional. Essa mudança gera expectativa de que o fluxo de turistas internacionais seja compensado financeiramente pela gestão dos parques, enquanto os residentes mantêm acesso mais acessível.

Para quem planeja visitar os parques nacionais durante 2026 ou além, é importante considerar a diferença de custo ao comparar itinerários internacionais. Enquanto o passe anual pode representar economia significativa para quem visita vários parques, a taxa única de US$ 100 ainda exigirá planejamento financeiro adicional. Além disso, os visitantes internacionais devem estar atentos ao fato de que, ao escolher o passe, eles ficam isentos do adicional de US$ 100 por entrada, o que pode facilitar a decisão entre pagar múltiplas entradas ou um único passe anual. A medida, embora ainda em fase de implementação, destaca a crescente preocupação dos gestores de parques com sustentabilidade financeira, ao mesmo tempo em que mantém o acesso a essas maravilhas naturais para turistas de todo o mundo.

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