O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e outros presos no âmbito da operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), testaram as tornozeleiras eletrônicas na manhã deste sábado, 29 de novembro, no Centro de Detenção Provisória II, em Cumbica, Guarulhos. A expectativa é que eles sejam soltos ainda hoje, após decisão da desembargadora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Solange Salgado da Silva, que revogou a decisão de mantê-los na detenção.

A decisão da desembargadora Solange Salgado da Silva foi tomada há horas e deve trazer liberdade para seis investigados, incluindo Daniel Vorcaro e outros quatro homens: Augusto Lima, Luiz Antônio Bull, Alberto Félix de Oliveira e Angelo Ribeiro da Silva. Essa operação, iniciada com mandados de busca e apreensão em diferentes localidades do país, buscou combater irregularidades e crimes financeiros em alguns bancos brasileiros. Neste caso, um dos principais bancos, o Banco Master, foi foco da operação da Polícia Federal em busca de suspeitas de evasão fiscal.

É possível afirmar que a Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, teve um impacto significativo na vida desses seis homens que estão esperando seu desfecho. Os investigados, sejam eles presos ou libertos, terão que cumprir uma série de medidas cautelares. Ela não está disponibilizada.

Para além desse fato, é importante entender a operação Compliance Zero e seu contexto. De acordo com as informações disponíveis, a operação foi iniciada com a busca por documentos financeiros de várias instituições bancárias e suspeitas de irregularidades como lavagem de dinheiro, evasão de divisas e outras atividades criminosas relacionadas ao mundo financeiro. O nome da operação, Compliance Zero, já revela a preocupação da Polícia Federal em combater e prevenir essas práticas nefastas, que prejudicam a economia do país.

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