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Síndica quebra o silêncio após afastar porteiro após crime em Santa Catarina

Síndica quebra o silêncio após afastar porteiro após crime em Santa Catarina
Foto reprodução / Imagem ilustrativa instagram
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A síndica do Condomínio Água Marinha, Neide Vina Soriano, que afastou o porteiro Bruno de suas funções após ele identificar jovens envolvidos em atos de vandalismo na Praia Brava, em Santa Catarina, que teve um cão comunitário, Orelha, morto, quebrou o silêncio sobre o caso. Em contato com a jornalista Patrícia Calderon, do portal LeoDias, Neide Soriano afirmou estar ocupada e que todas as declarações já foram dadas à Polícia Civil. O afastamento do porteiro gerou controvérsia, com sua defesa alegando que foi uma medida irregular e motivada por pressões de famílias influentes. O caso ganhou destaque após Bruno desabafar sobre as retaliações e humilhações que sofreu.

O Caso Orelha investiga a morte do cão comunitário Orelha, que ocorreu na Praia Brava. O porteiro Bruno, que trabalha no Condomínio Água Marinha, identificou a arruaça de adolescentes na região e alertou outros vigilantes. No entanto, sua postura contra o vandalismo gerou retaliações severas, incluindo ataques pessoais e humilhações. Bruno nega ter testemunhado a agressão direta ao cão, mas afirma que seu posicionamento contra o vandalismo o levou a ser alvo de julgamentos e ataques nas redes sociais. Um comunicado interno do condomínio afirma que a saída do profissional se deve a “decisões administrativas”, mas a defesa de Bruno contesta essa versão.

A defesa de Bruno alega que ele foi colocado em folga forçada seguida de férias sem aviso prévio e que uma segunda síndica da região teria solicitado o afastamento por considerar os jovens envolvidos como membros de “famílias poderosas”. Esses fatos levantam suspeitas sobre a real motivação do afastamento do porteiro. O afastamento de Bruno e as circunstâncias que o envolveram têm gerado grande debate entre os moradores do condomínio e a comunidade local.

O caso Orelha** continua a ser investigado pela Polícia Civil, que busca identificar os responsáveis pela morte do cão comunitário. A comunidade local está atenta ao desdobramento do caso e às medidas que serão tomadas para garantir a segurança e o bem-estar dos moradores e dos animais da região. A investigação busca esclarecer os fatos e determinar as responsabilidades, sem que haja interferência de pressões externas ou de famílias influentes.