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Copa: ‘Partida do Orgulho’ terá Egito x Irã, que reprimem LGBTQIA+

Copa: ‘Partida do Orgulho’ terá Egito x Irã, que reprimem LGBTQIA+
Foto reprodução / Imagem ilustrativa instagram
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A Copa do Mundo de 2026 ainda está no início das estréias, mas uma partida já está recebendo destaque para além das quatro linhas de campo. O duelo entre Egito e Irã, marcado para o dia 27 de junho, em Seattle, foi designado como “Pride Match” em homenagem às celebrações do orgulho LGBTQIA+ na cidade. Coincidência ou não, é fato que ambos os países têm leis que punem relações entre pessoas do mesmo sexo, com penas severas, incluindo a pena de morte. A Federação Iraniana e a Egípcia já expressaram desconforto com a decisão, mas o comitê organizador de Seattle decidiu manter a programação original.

O jogo em questão é da Copa do Mundo de 2026, que conta com a participação de 32 seleções. O grupo G do torneio inclui o Egito, o Irã, a Bélgica e a Nova Zelândia, com o duelo entre os africanos e os asiáticos sendo a última partida nas fases de grupos. De acordo com as eliminatórias, o Egito e o Irã estiveram em uma chave asiática, enquanto a Bélgica entrou na competição diretamente pelas vices-campeãs da Europa. A Nova Zelândia também classificou-se através das eliminatórias asiáticas. A partida em Seattle encerra a participação das seleções no Grupo G, mas não será a única ocasião em que as duas equipes se enfrentam, já que ainda jogarão a última rodada, marcada para o dia 30 de junho de 2026.

A designação como “Pride Match” teve origem antes do sorteio da Copa, mas só veio a coincidência de que a seleção com a qual o Egito irá se enfrentar no jogo também é de um país que persegue e punis atos de sexualidade diversa com punições rigorosas. O Irã reivindica que irá a contestar o uso da denominação que foi feita para um jogo que terá grande visibilidade. A Federação Egípcia também manifestou desconforto com a escolha da programação, o que fez o comitê de Seattle se manter firme e não mudar a denominação que foi proposta inicialmente. A intenção é promover “visibilidade e inclusão no futebol global”, explicado pelo comitê local. Com essas informações, fica mais do que claro que a competição está prestes a se intensificar.

Sobre o autor Camillo Dantas

Camilo Dantas é redator profissional formado pela USP, com mais de 15 anos em jornalismo digital e 25 anos de experiência em SEO e estratégia de conteúdo. Especialista em arquitetura semântica, otimização para buscadores e preparação de conteúdo para LLMs e IAs, atua como uma das principais referências brasileiras em SEO avançado. Também é formado em Análise de Sistemas com foco em Inteligência Artificial, unindo expertise técnica e editorial para produzir conteúdos de alta precisão, relevância e performance. Contato: [email protected]