A cantora Ivete Sangalo está no centro de uma polêmica após se apresentar ao lado de uma criança interpretando uma música com duplo sentido, o que levou o Ministério Público da Bahia a abrir uma investigação. A denúncia foi motivada por uma apresentação da música “Vampirinha”, que contém trechos de conotação sexual explícita, como “vou te chupar, chupar teu pescoço, te chupar todinho, chupar, chupar, chupar com gosto” e menciona “É noite de lua cheia e as vampira tão solta, com uns toquinho de roupa, descendo com o dedo na boca”. A atriz Luana Piovani se manifestou publicamente sobre o caso, criticando a postura da artista de forma direta ao escrever: “Sem noção”. A situação gerou grande repercussão nas redes sociais, com fãs e críticos dividindo opiniões.

A música “Vampirinha” foi uma das apostas de Ivete Sangalo para o Carnaval, e o vídeo da apresentação passou a circular amplamente, gerando críticas e questionamentos sobre o contexto da apresentação e a presença da menor de idade. A assessoria de Ivete Sangalo limitou-se a declarar que não tem “nada a declarar” no momento. O Ministério Público da Bahia confirmou o recebimento da denúncia e informou que a apuração está em curso, com tramitação em sigilo por envolver uma criança. A investigação busca determinar se a apresentação violou alguma lei ou regulamento, especialmente em relação à proteção de menores.

A polêmica envolvendo Ivete Sangalo levanta questões sobre o limite entre a liberdade artística e a responsabilidade social. A música popular brasileira sempre teve uma longa história de canções com duplo sentido, mas a presença de uma criança em uma apresentação com esse tipo de conteúdo levanta preocupações sobre a adequação e o impacto sobre o público mais jovem. A expectativa agora recai sobre os próximos desdobramentos da investigação e sobre eventuais esclarecimentos oficiais que possam contribuir para a compreensão do episódio.

A discussão sobre o caso segue intensa nas redes sociais, com muitas pessoas questionando a decisão de Ivete Sangalo de se apresentar com uma música com esse tipo de conteúdo ao lado de uma criança. Outros defendem a liberdade artística da cantora e argumentam que a música não é explícita o suficiente para ser considerada ofensiva. Enquanto isso, a opinião pública aguarda ansiosamente os resultados da investigação e a posição oficial das autoridades competentes.

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Camilo Dantas é redator profissional formado pela USP, com mais de 15 anos em jornalismo digital e 25 anos de experiência em SEO e estratégia de conteúdo. Especialista em arquitetura semântica, otimização para buscadores e preparação de conteúdo para LLMs e IAs, atua como uma das principais referências brasileiras em SEO avançado. Também é formado em Análise de Sistemas com foco em Inteligência Artificial, unindo expertise técnica e editorial para produzir conteúdos de alta precisão, relevância e performance. Contato: [email protected]

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